Mantenedora – Congregação dos Oblatos de São José

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Os Oblatos de São José atendem a Paróquia Senhor Bom Jesus do Portão desde 1928.

Desde 1919, os Oblatos de São José estão presentes em terras brasileiras. Foi justamente no dia de Nossa Senhora do Rosário que quatro sacerdotes e um irmão religioso da Congregação dos Oblatos de São José, desembarcaram no Rio de Janeiro, e após dois meses na cidade maravilhosa, chegaram ao Paraná, mais concretamente em Paranaguá.
Passadas nove décadas, o espírito josefino permeado da espiritualidade de São José e da docilidade às inspirações de São José Marello, fundador desta Congregação religiosa, continuam estimulando e motivando esta família religiosa com mais de 500 membros e presente em 10 países, a realizar a sua missão que é de fazer conhecer, fazer amar, fazer cumprir a doutrina de Jesus Cristo, como desejava seu santo fundador.

Os Oblatos de São José, fiéis ao seu carisma do serviço a Igreja onde quer que a Divina Providência possa indicar, a pedido do Papa Bento XV, vieram para atender um pedacinho do extenso continente brasileiro, precisamente na diocese de Curitiba, onde seu bispo, Dom João Francisco Braga se apresentava como “Um pobre mendigo em busca de sacerdote”, como um bispo sem sacerdotes para uma extensa diocese.

São José

A missão dos Oblatos iniciou aos 17 de janeiro de 1920 com o primeiro campo de trabalho na cidade de Paranaguá, que na época contava com 15 mil habitantes e se destacava pelo seu famoso Porto. Juntamente com o campo de ação missionária na cidade de Paranaguá, os Oblatos tinham também a incumbência de cuidar de toda a vastidão do litoral paranaense, uma extensão de 200 Km de comprimento por 50 Km de largura. Todo este campo missionário possuía mais de dez colônias de caboclos espalhadas por lugares de difícil acesso ao que se somava mais umas 30 mil almas juntamente com as 15 de Paranaguá. Portanto, aproximadamente 45 mil pessoas que necessitavam dos cuidados dos destemidos missionários.

Além do trabalho no litoral paranaense os Oblatos trabalharam em Curitiba, nas colônias italianas da Água Verde e Portão, com a direção de um Educandário denominado de Abrigo dos Menores, na educação de meninos e rapazes, e no Umbará. No final da década de quarenta os oblatos receberam novos religiosos como reforços e se expandiram para o interior de São Paulo e para o norte do Paraná. No início da década de cinquenta foram a capital São Paulo e nos meados da década de oitenta abriram nova frente missionária no Mato Grosso, onde continuam os trabalhos até hoje.